quarta-feira, 7 de julho de 2010

O Ganso, o Gato e o Cachorro







O ganso, o gato e o cachorro: escolha o seu!
Sex, 02 de Julho de 2010 14:04 cnbb

Hoje, vamos falar de animais. Dentre os que nos ajudam a detectar as razões mais ou menos ocultas que explicam nossos sentimentos e atitudes, por essa vez escolhemos três: o ganso, o gato e o cachorro.
Comecemos pelos gansos. No outono, quando partem do hemisfério norte e se dirigem ao sul em busca do calor estivo, eles voam sempre em forma de “V”. A ciência estudou o fenômeno e fez uma interessante descoberta.
Ao bater as asas, cada um deles cria um impulso para o alto, destinado a ajudar o companheiro que o segue. Desta forma, o bando aumenta sua autonomia de voo em, pelo menos, 71%. A mesma coisa acontece com as pessoas que caminham juntas e cultivam relações positivas: elas alcançam seus objetivos e chegam ao seu destino com mais rapidez e eficiência, porque cada uma se fortalece com o apoio que recebe da outra.
Se, por acaso, um ganso deixa o bando e passa a voar sozinho, sente imediatamente a resistência aerodinâmica e volta rapidamente à formação habitual: um exemplo para aqueles que, tentados pelo individualismo ou desiludidos pelas frustrações da convivência humana, são levados a pensar: “Cada um para si e Deus para todos”!
Quando o ganso, que voa na dianteira, se cansa, muda de posição na formação, e outro colega assume a função de guia. Seu gesto nos lembra que, se todos somos importantes, ninguém é indispensável: quando morre um Papa, faz-se outro. Como os gansos, precisamos saber descansar e partilhar nossas tarefas.
Os gansos da rabeira grasnam o tempo todo, incentivando os que vão adiante para não perderem a velocidade. Muito diferente de alguns humanos que, quando veem alguém cair, com suas zombarias e críticas acabam afundando mais ainda o infeliz...
Por fim, se um ganso sai da formação por estar doente ou por ter sido alvejado por um tiro, dois companheiros deixam o grupo e o acompanham para ajudá-lo e protegê-lo. Permanecem com ele até que possa voar novamente – ou até a sua morte. Só depois levantam voo e procuram os companheiros (ou se juntam a outro bando).
Assim são os gansos. E qual é a situação do gato e do cachorro? Para Daniel Godri, o gato é mais inteligente que o cachorro, mas a preguiça e o comodismo fazem parte de seu DNA. Alguém já viu um bichano levantar cedo? Ele acorda lá pelas 10 horas. Leva um tempão para deixar o “leito”: se estica de um lado para o outro, se lambe... e o tempo passa!
Outra coisa: até hoje, ninguém viu um gato feliz. Ele não demonstra nenhuma alegria com você. Do que gosta mesmo é de seu bem-estar. Faça esta experiência: chegue em casa e lhe diga: «Gato, cheguei; me dê um abraço!» A lentidão do felino é tamanha que você não sabe se ele está vindo ou se vai para outro lugar...
O gato só pensa em si. Não será por isso que tem sete vidas? Jamais lhe passa pela cabeça a ideia de defender o patrão. Quando vê o ladrão, logo pensa: «Vou dar é o fora!». E três horas depois, volta com a maior cara de pau do mundo, como se não soubesse de nada. Este é também o grande mal do Brasil. O país está cheio de gatos, que só pensam em si e pretendem que todo mundo esteja a seu serviço.
Ao gato, Daniel Godri prefere o cachorro, porque um é o oposto do outro. Não será por isso que eles não se suportam? O cão dá a vida por quem o cativa. Ele é o primeiro a morrer quando aparece o ladrão. Não por nada conquistou a fama de ser o maior amigo do homem. Ele nunca cansa: pode passar horas brincando com você. Amarrado, ele não perde o pique; acorrentado, ele continua cuidando da casa e de seus habitantes. Se você chega do trabalho bem vestido, ele corre ao seu encontro; se chega sujo e embriagado, ele o ama do jeito que você é.
De minha parte, não sei se todos os gatos se assemelham aos descritos por Daniel Godri! Talvez nem mesmo os cachorros! Que o diga o Pe. Marcelo Rossi: uma semana após ter declarado, num programa de TV, que nada acontece quando enfrentamos o cachorro com o coração em paz e o olhar amigo, ele aparece na missa com o rosto e um braço enfaixados, resultado das mordidas de um vira-lata que não percebera os bons sentimentos do padre...
Dom Redovino Rizzardo

Passos seguros

Firmes rumo à Pastoral Familiar

Em 19/06 de 8.00 às 12.00 horas, realizou-se o 1º Encontro de Implantação da Pastoral Familiar na Paróquia São Francisco das Chagas (Canindé), com otima participação e a presença motivadora do Frei João Hamilton, paróco dessa paróquia. Mauro e Alzira da Comissão Arquidiocesana estiveram presente. O próximo Encontro será realizado no dia 18/07 no mesmo horário e local.

sábado, 19 de junho de 2010

Parabéns a todos os casais que participaram do primeiro encontro de formação para implantação da pastoral familiar em canindé, realizado neste dia 19 de junho, contando mais uma vez com apoio do casal coordenador da past. familiar na arquidiocese de Fortaleza. Foi muito gostoso o encontro e as pessoas que desejarem ainda participar destes encontros basta entrar em contato como telefone 3343-0186 na catequese e falar ocom o Clealdo. Queremos manifestar a alegria de estarmos preparando agentes de pastoral para acompanhar melhor nossas famílias em todos os aspectos de suas vidas. Que Deus nos abençoe, amém!

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Atenção

Está vindo aí o grande arraiá junino do ECC. Para participar basta dar o nome para Carlos Eugênio e Tuca, e cair no arraiá sô! E vai ser bom demais da conta compadi! O arraiá do ECC, será dia 26 de junho na área de lazer. Leve a sua família e se divirta.

ENCONTRÃO DO ECC



Neste último sabado de junho o circulo laranja coordenou o nosso encontrão mensal. A equipe se distribuiu nas tarefas deixando o encontro dinâmico e participativo, tivemos Antonildo e Célia fazendo a reflexão do Evangelho, Carlos Eugênio e Aurilene que refletiram sobre a vida de Santo Antonio e tivemos Assis e sua esposa fazendo uma bonita homenagem aos eternos namorados casais.