quinta-feira, 14 de outubro de 2010
12/10 (Terça-feira) - 5º Dia da Novena - Subtema - "São Francisco: espelho da solidariedade e devoto da mãe de Jesus"
O Casal: Afonso e Núbia fizeram a leitura do Texto Franciscano.
O ECC-Encontro de Casais com Cristo de Canindé e movimento do Terço dos Homens na participação da Novena desta terça-feira dia 12 de outubro.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010
PARABÉNS AOS CASAIS VOLUNTÁRIOS!
MISSA DE ENVIO CELEBRADA POR FREI JEAN E FREI AMILTON

A nossa Paróquia está em festa, muitos Romeiros já chegaram em Canindé, mais um ano de louvor a São Francisco, e nós Casais do ECC-Encontro de Casais com Cristo estamos prontos para ajudar a nossa Paróquia a realizar mais uma belíssima Festa, com muito amor, e solidariedade para com os romeiros de São Francisco.
sexta-feira, 17 de setembro de 2010

COMISSÃO EPISCOPAL PASTORAL PARA A VIDA E A FAMILIA - CNBB
SEMANA NACIONAL DA VIDA E DIA DO NASCITURO
Apresentação
Na 43a Assembléia Geral da Conferência dos Bispos do Brasil, realizada em Itaici, de 09 a 17 de agosto de 2005, foram aprovados e constituídos o Dia do Nascituro e a Semana da Vida. Recordamos que o Dia do Nascituro é 08 de outubro, e a Semana da Vida é aquela que precede a este. Mas quem é o Nascituro? É aquele ser humano que está no ventre materno antes que a Mãe lhe dê à luz. Este possui o direito de ser respeitado na sua integridade. Já possui dignidade como a de qualquer pessoa. A Semana da Vida é uma ocasião especial para colocar em evidência o valor e a beleza desse Dom precioso que de Deus recebemos. De modo especial salientamos o valor sagrado da Vida Humana, sem nos esquecermos de todas as demais dimensões que esta abrange. Diante de tantos ataques que a Vida vem sofrendo em nossos dias é nossa missão reafirmar sua importância inalienável e inegociável. Ela é o fundamento sobre o qual se apóiam todos os demais valores. Desejamos que todos se empenhem nestes dias nesse sentido.
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Por que muitos jovens não se casam? Qua, 25 de Agosto de 2010 08:42 cnbb
As estatísticas não deixam margem a dúvidas. Se unir-se em santo matrimônio, ou “casar na Igreja”, sempre foi uma luta secular (milenar) da Igreja, nos últimos decênios se acentuou perigosamente essa tendência. Os missionários leigos de uma Paróquia, certa feita, percorreram os domicílios de um bairro, onde a grande maioria se professava católica. Verificaram que mais de 80% da população não era legalmente casada (no civil), e mais de 90% dos católicos não tinham um casamento abençoado pela Igreja. Os jovens tinham o costume de “ajuntar os trapos”, e irem morar juntos. Isso de “casar com papel passado” sempre ficava para depois. Isso é, para nunca. Tais casais ficam tolhidos em sua plena participação na vida da Igreja. É uma deficiência de raiz, para formar uma boa família. O que intriga são as razões de tal procedimento.
Sem explorar todos os motivos que podem originar essa vida, sem a certeza da graça de Deus na família, vou me deter sobretudo num deles. É a característica, descrita por Jesus, da perpetuidade do casamento. Isso é, o matrimônio não deve ser dissolvido pela separação. Tal exigência vem para o bem do casal, e para o bem dos filhos. A Igreja, acolhendo o ensinamento do Mestre, mostra que a fidelidade perpétua faz parte integrante de uma família. Os namorados, contudo, vão mais longe que os apóstolos de Jesus. Estes, ao ouvirem as exigências de Jesus sobre o casamento, exclamaram: “Mas então é melhor não casar”. Os jovens e os adultos de hoje falam: ”Então é melhor se ajuntar”. Os casadouros raciocinam: “Se o casamento não der certo, então é preciso desfaze-lo, e partir para outra solução”. O que falta aos noivos de hoje, é um sério namoro, bem conduzido, com o objetivo de conhecer a personalidade do parceiro. A maioria das uniões nasce de uma paixão momentânea, de um lampejo de ardor sexual, de uma intuição de feliz convivência. Não existe a paciência de um conhecimento mais profundo, ou a verificação do modo como o parceiro sabe administrar as contrariedades. Mas o que falta mais, é arrojo de crer no parceiro e saber que a graça divina estará com todos aqueles que recebem a graça do sacramento do matrimônio.
Dom Aloísio Roque Oppermann
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